Depois de quase 11 dias no mar, chegamos em Tobago - mais especificamente em Pirate's Bay- Charlotteville.
A travessia não foi tranquila como esperávamos. Na verdade pegamos sempre mar bem mexido, o que tornou esses 11 dias desconfortáveis - em especial 3 dias específicos, que foram mais do que desconfortáveis. Nesses 3 dias os ventos chegaram a 35 nós, ondas de 4 metros e um balanço que certamente não sentiremos falta.
Nosso Reveillon foi comemorado dia 01, quando cruzamos o Equador as 19:35 hrs. Estouramos a champagne e comemos tender. Foi um sucesso!
O barco se comportou muito bem - nada deu defeito e a tripulação manteve a calma nos momentos necessários, o humor e a paciência. Certamente chegamos aqui muito mais amigos, muito mais pacientes e com uma cumplicidade que só uma travessia pode nos dar.
Não vou descrever todos os 11 dias, por isso selecionei os melhores momentos:
1o. dia: Vi uma água viva rosa, chamada Caravela, que o Georg me mostrou boiando no mar; tomamos nosso primeiro banho de balde e jogamos a isca na água;
2o. dia: Cruzamos o Equador e Dudu tomou banho de chuva;
A travessia não foi tranquila como esperávamos. Na verdade pegamos sempre mar bem mexido, o que tornou esses 11 dias desconfortáveis - em especial 3 dias específicos, que foram mais do que desconfortáveis. Nesses 3 dias os ventos chegaram a 35 nós, ondas de 4 metros e um balanço que certamente não sentiremos falta.
Nosso Reveillon foi comemorado dia 01, quando cruzamos o Equador as 19:35 hrs. Estouramos a champagne e comemos tender. Foi um sucesso!
O barco se comportou muito bem - nada deu defeito e a tripulação manteve a calma nos momentos necessários, o humor e a paciência. Certamente chegamos aqui muito mais amigos, muito mais pacientes e com uma cumplicidade que só uma travessia pode nos dar.
Não vou descrever todos os 11 dias, por isso selecionei os melhores momentos:
1o. dia: Vi uma água viva rosa, chamada Caravela, que o Georg me mostrou boiando no mar; tomamos nosso primeiro banho de balde e jogamos a isca na água;
2o. dia: Cruzamos o Equador e Dudu tomou banho de chuva;
3o. dia: Pegamos um cúmulos nimbus com o balão em cima. O vento apertou e demos um jibe chinés, adernando muito o barco. Resultado: computador voou pro chão, perdermos 1 bóia, 1 facho holmes e 1 pino de um moitão quebrou. No meio do caos, consegui ver um cardume gigante de golfinhos. Isso tudo num som altíssimo do Santana - gente, foi um caos!!!
5o.dia: Mar muito picado. Impossível tomar banho do lado de fora. Mesmo assim conseguimos pescar um dourado de 4 quilos!!!
6o. dia: Mar grosso e ventos força 7. Tripulação tensa, calada.
7o. dia: Mar muito grosso. Caos! Uma onda estourou na popa do barco, onde eu e Dudu estávamos deitados com a gaiuta aberta. Resultado: cachoeira de água salgada na cama, molhando tudo. Ovos cairam do microondas e se espatifaram no chão do barco. Isso tudo de noite, pra completar.
8o. dia: Mar um pouco melhor. Dudu rolou no cockpit e caiu no chão, machucando o dedo.
10o. dia: Tripulação animada, contando as milhas pra chegar e finalmente... TOBAGO!
Agora podemos contar como é uma travessia, pela nossa própria experiência - não pelas experiências dos outros, dos inúmeros livros e relatos que lemos e relemos antes de vir pra cá. Não pelos documentários que vimos na tv nem pelo que achamos que possa ser. Chegamos aqui pelos nossos próprios pés (ou será mares?). Poderíamos ter ficado velejando em Vitória, dar um pulinho em Angra e voltar. Mas não. Agora sabemos do que se trata um longo período de navegação. Pela nossa própria experiência. E isso faz TODA a diferença.
Eu e o comandante relaxando em Charloteville, após um almoço de fish and chips delicioso num restaurante local!
5o.dia: Mar muito picado. Impossível tomar banho do lado de fora. Mesmo assim conseguimos pescar um dourado de 4 quilos!!!
6o. dia: Mar grosso e ventos força 7. Tripulação tensa, calada.
7o. dia: Mar muito grosso. Caos! Uma onda estourou na popa do barco, onde eu e Dudu estávamos deitados com a gaiuta aberta. Resultado: cachoeira de água salgada na cama, molhando tudo. Ovos cairam do microondas e se espatifaram no chão do barco. Isso tudo de noite, pra completar.
8o. dia: Mar um pouco melhor. Dudu rolou no cockpit e caiu no chão, machucando o dedo.
10o. dia: Tripulação animada, contando as milhas pra chegar e finalmente... TOBAGO!
Agora podemos contar como é uma travessia, pela nossa própria experiência - não pelas experiências dos outros, dos inúmeros livros e relatos que lemos e relemos antes de vir pra cá. Não pelos documentários que vimos na tv nem pelo que achamos que possa ser. Chegamos aqui pelos nossos próprios pés (ou será mares?). Poderíamos ter ficado velejando em Vitória, dar um pulinho em Angra e voltar. Mas não. Agora sabemos do que se trata um longo período de navegação. Pela nossa própria experiência. E isso faz TODA a diferença.
Eu e o comandante relaxando em Charloteville, após um almoço de fish and chips delicioso num restaurante local!

ufaaa.
ResponderExcluirque bom que chegaram e que td correu bem...
curtam bastante o Caribe..e sempre que der, de noticias...
saudades..
beijoo
Ei!!!!
ResponderExcluirNossa, que aventura voces viveram!!!
Viva o Ephemeros que se comportou bem!
Viva as mudancas boas que nossas viagens nos trazem e nos tornam pessoas melhores!
Continuem contando dai que eu continuo acompanhando daqui.
Beijos diretamente do Nepal, sob as bencaos dos Himalaias.
Fala titios
ResponderExcluirPelo que li a travessia foi um tanto animada, se assim posso dizer hehehe. Meus parabéns pela conquista que tanto desejaram, uma etapa cumprida!! ... Feliz ano novo a todos e curtam bastante s belezas desse lugar. Abrçs
Dudu
Um grande abraço!!!
Emocionante, navegar nao tem preço!
ResponderExcluirNelson, Celinha, Dudú e Aline, parabéns corajosos, sonhadores e guerreiros. Maravilhosa aventura! Sonho realizado... Não tenho palavras para expressar o que senti ao acessar o blog. Celinha, que família linda! Daqui pra frente será "Ephémero" enquanto dure, dever cumprindo, sonho realizado. Deus está aí por todos os lados. Beijos, prima Marilene.
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