Santa Lucia é uma ilha de colonização franco-inglesa. Os franceses chegaram à região no século XVII quando a Companhia das Indias Ocidentais comprou a ilha. Logo em seguida os ingleses passaram a disputá-la. Foram 150 anos de lutas e mudança de dominação. Finalmente, em 1814 Santa Lucia foi cedida aos britânicos.
Durante o periodo colonial desenvolveu uma economia essencialmente agrícola baseada na produção de açúcar e bananas, o caminho normal de todas as ilhas do Caribe. Hoje sua principal fonte de renda é o turismo. A autonomia política da ilha foi conseguida em 1979 quando passou a fazer parte da Comunidade Britânica. A lingua oficial é o inglês mas conserva ainda muita herança francesa.
Viemos para Santa Lucia no dia 01 de março. Saimos de Mustique e nossa velejada foi de contravento bem apertado motorando a primeira metade da viagem. Saimos às 5:45 da manhã e após 8 horas e 30 minutos ancoramos na Vieux Fort para fazer a burocracia normal de entrada na ilha: Customs. Em seguida nos juntamos aos nossos amigos do Plankton e Santa Paz e fomos para Soufriere Bay e ancoramos na Bat Cave Moorings. Eles nos informaram que Vieux Fort não era bom devido ao excesso de assédio dos moradores locais e falta de estrutura e beleza. A cidade de Sufriere é muito estranha. Mais parece uma cidade do farwest americano. O local de nossa ancoragem agora é muito bonito, a água muito limpa com uma bela visão do principal acidente geográfico da ilha, os Pitons. Vejam como é lindo!!!!
Durante o periodo colonial desenvolveu uma economia essencialmente agrícola baseada na produção de açúcar e bananas, o caminho normal de todas as ilhas do Caribe. Hoje sua principal fonte de renda é o turismo. A autonomia política da ilha foi conseguida em 1979 quando passou a fazer parte da Comunidade Britânica. A lingua oficial é o inglês mas conserva ainda muita herança francesa.
Viemos para Santa Lucia no dia 01 de março. Saimos de Mustique e nossa velejada foi de contravento bem apertado motorando a primeira metade da viagem. Saimos às 5:45 da manhã e após 8 horas e 30 minutos ancoramos na Vieux Fort para fazer a burocracia normal de entrada na ilha: Customs. Em seguida nos juntamos aos nossos amigos do Plankton e Santa Paz e fomos para Soufriere Bay e ancoramos na Bat Cave Moorings. Eles nos informaram que Vieux Fort não era bom devido ao excesso de assédio dos moradores locais e falta de estrutura e beleza. A cidade de Sufriere é muito estranha. Mais parece uma cidade do farwest americano. O local de nossa ancoragem agora é muito bonito, a água muito limpa com uma bela visão do principal acidente geográfico da ilha, os Pitons. Vejam como é lindo!!!!
No dia seguinte decidimos mudar de ancoragem. Tivemos uma noite muito ruim, o barco balançou demais por causa do swell que entrava pelo bordo do barco. Outro problema era o assédio dos moradores locais para conseguir dinheiro a qualquer custo. Chegavam a ser até agressivos. Foi demais... Mudamos para a baia que fica entre os Pitons, um local paradisíaco com dois resorts muito lindos junto à praia. Aqui nosso grupo conheceu os pais do Fabio do Plankton, a Célia e o Marcelo, duas pessoas muito especiais que vieram nos alegrar com uma visitinha rápida. O snorkelling que fizemos aqui foi fantástico. Fizemos também um tour para conhecer a região dos vulcões ainda não extintos, mas nada de muito especial. Olhem só...
Visitando o Jardim Botânico:
Nossa ancoragem em Bat Cave:
No Jalousie Pantation, que faz parte do Sunswept Resorts:
Santa Lucia não nos deixou boa impressão. A região dos Pitons é muito linda mas a pobreza aqui é ainda maior do que em todas as regiões do Caribe. Há um número muito grande de pessoas pelas ruas sem ter o que fazer, algo um pouco em comum com nosso país. Normalmente usam roupas muito coloridas predominando o amarelo, verde e vermelho, cabelos trançados e boinas também coloridas. Começamos a nos questionar o que teriam em comum com os rastafaris. Nossa curiosidade nos levou a uma pesquisa na internet. Aline se encarregou de colher material e então concluimos:
Rastafari ou Rastafar - I (Rastafarai) é um movimento religioso que proclama o Imperador da Etiópia Hailê Selassiê I representante terreno de Jah (Deus). Surgiu na Jamaica nos anos 20 entre a classe trabalhadora e camponeses negros. O movimento teve muita adesão devido a exploração que sofria o povo jamaicano e porque permitia o uso sacramentado da maconha.
O movimento se espalhou pelo mundo devido à imigração e ao interesse gerado pelo rítmo reggae, mais precisamente pelo cantor e compositor jamaicano Bob Marley. Dentre seus principios destacamos:
- escolha de viver longe da civilização;
- muitos são vegetarianos ou só comem algum tipo de carne;
- orgulho de sua herança africana;
- olhar a vida de dentro para fora;
- encontrar sua própria verdade;
- identificar-se com as cores verde, amarelo e vermelho, as cores da bandeira da Etiópia.
Concluimos então que a maioria vai na onda do movimento rasta. Só aparentam ser sem se preocupar em assimilar a filosofia do movimento. A situação de pobreza em que vivem e a falta de oportundidade de trabalho os fazem se apegar ao modo de vida rasta como fuga para aceitar inconscientemente a exploração de que são vítimas.
Um rasta que nos pareceu verdadeiro junto com Eduardo. Seu cumprimento é um aperto de mão e em seguida levar a mão junto do coração. Super jóia....
Ainda estamos em Santa Lucia e agora vamos tratar da manutenção do barco. Daremos notícias!

Mãe, Pai, Dudu e Aline,
ResponderExcluirque diferença da nossa paisagem!! Estamos com saudades, adoramos a neve e eu estou virando um skiadora profissional!! (hehe).
Beijinhos, JUJU e Manu
Pessoal;
ResponderExcluirEstou acompanhando a viagem, Bacana o relatos e fotos, vai ser muito util para mim......, legal colocarem as cordenadas, da para visualizar tudo no Google Earth, e viajar junto...
Por favor falem dos custos...!!!!
nehemias@loglondrina.com.br
www.libertad-veleiro.blogspot.com