Nossa viagem foi muito gostosa com muitos dias de sol e temperatura na faixa de 10º. Para nós um friozinho bem gostoso. Chuva mesmo só durante 2 dias. O que conhecemos nos fez pensar que a Escandinávia é também um lugar muito agradável para realizar “outra aventura” náutica. Milhares de ilhas, lindos fiordes e uma estrutura náutica impressionante. Um recado para o Rui de Lisboa: não economize com o aquecedor do barco! Vá em frente e realize seu sonho.
Um pouco das marinas e dos barcos nas redondezas de Oslo...
Na ilha da Madeira fizemos mais alguns passeios, sempre contando com as dicas e/ou a companhia do amigo Ciro que agora está mais feliz acompanhado da esposa Raquel. A ilha é muito bonita e bem cuidada. Os famosos bordados da Madeira são facilmente encontrados, porém os preços são bem altos, compatíveis com a mão de obra exigida. Conhecemos outro casal de brasileiros que moram na ilha, João e Silvia e fomos a um concerto de órgão de tubos fantástico na Igreja da Sé. Valeu Raquel e Ciro e obrigada pela atenção e carinho.
A ilha possui uma topografia complicada e é impressionante a quantidade túneis que foram construídos. Somente no trajeto daqui de Calheta até Funchal (pouco mais de 30 km) passamos por, nada mais nada menos, 18 deles, alguns com mais de 2 Km de extensão.
Um pouco da beleza da ilha da Madeira:
Também aqui na Madeira a tradição das calçadas de pedra portuguesa se destaca, acrescidas de outro material, o calhau que é retirado das praias. Mais um pouco delas...
Marina da Calheta...
Agora é hora de acelerarmos o passo, pois nossa meta é chegar ao Brasil antes do Natal. Assim deixamos a Madeira rumo às Canárias às 14:00 do dia 21. Foram 290 milhas náuticas até a ilha de Lanzarote. Conforme a previsão do tempo, saímos com ventos na casa dos 12 nós contra e com o mar um pouco picado. Decidimos deixar apenas a vela grande em cima e auxiliar com o motor para que barco não adernasse muito. Durante a noite muitos “pirajás” e chuva. No dia seguinte o vento foi rondando para través e no final da tarde desligamos o motor, abrimos a genoa e, com uma corrente a favor de 1,5 nós, curtimos uma velejada muito gostosa com velocidade acima dos 7 nós. Depois o vento rondou para alheta, porém caiu para faixa dos 6 nós nos obrigando a recolher a genoa e ligar novamente o motor. As 12:30 entramos na marina de Rubicon situada ao sul de Lanzarote após 46:30 de viagem. (velocidade média de 6,2 nós).
Fotos da travessia...
Num mesmo instante, pôr-do-sol e nascer da lua...
Chegada na marina de Rubicon, ilha de Lanzarote...
Acreditem se quiser, o Dudu pescou dois Bonitos de aproximadamente 1 kg cada. O primeiro escapou do anzol pouco antes de ser embarcado. O segundo foi devolvido ao mar, pois seria insuficiente para 4 refeicões. Será que estamos aprendendo a pescar?

Ei!! Vocês estão muito sumidos. Dêem notícias.
ResponderExcluirBeijos e saudades, Ju e Manuca
Mesmo vendo duvido... devia estar congelado até tirar essa foto .... olha o bilha, já tá quase amarelo ,sem sangue. Pô Dudu, pedindo até para sua mãe contar uma mentirinha q você virou pescador é d + né!!!! brincadeira!!!!
ResponderExcluirBoas velejadas, pois pescadas, não dá pra acreditar mesmo né hehehe
Abrças a todos
Severino
Olá tripula,
ResponderExcluirEspero que todos estejam bem de saude. Depois de admirar tantas belezas, como estão os planos de retorno ao Brasil? Está tudo bem com o barco? Voces voltam sozinhos ou todos os tripulantes estarão a bordo? Afinal depois dessas travessias não há razão para duvidar da eficiencia de toda a tripulação. Mandem noticias. Estamos com saudades. Programamos viagem de uma semana para Vitoria em 13 dezembro e esperamos estar com voces. Vamos ver se dá certo. Um beijo a todos. Heloisa e Silvio